Desnudá-la de seus medos

Quero desnudá-la de todos os seus medos, assim como faço com sua roupa. Arrancando cada peça com pressa e sem pudor, alimentando a ideia de que se eu tirasse toda essa casca, sobrasse apenas amor.

Você não foi a primeira a dizer que tiraria esse medo que sinto, mas com certeza foi a primeira em que eu finalmente acreditei. Talvez por isso eu sentisse essa urgência em te possuir, em te penetrar fundo. Tratei de puxar os seus cabelos com força o suficiente para que começasse a doer, o necessário para que você desejasse que eu não parasse mais. Eu queria te arrastar toda para mim, por isso não parei.

Nossas preliminares começam no sexo oral sem lambida, nosso oral usado com a palavra suja, um oral safado que sussurra safadezas enquanto afasto sua calcinha com os dedos.
Você se entrega ao toque, abrindo mais as pernas e a mente. Sua prisão não usa grades, são os grilhões que prendem seus pensamentos, impedindo que você fique molhadinha. Mas hoje não. Hoje você só quer transar com tanto amor que até os deuses querem te ajudar a pecar.

Nosso beijo não carrega vergonha muito menos carinho. Mordo seus lábios com a mesma força que puxo seu sutiã, expondo seus seios com mamilos enrijecidos. Meus dedos lá embaixo continuam brincando com sua região alagada de tesão. Subindo, descendo, dedos mais molhados.
Você se contorce, a fera está livre. Sua noção de espaço se perde não importando onde estamos – você quer ser chupada. Sei disso pela força que você empurra minha cabeça para eu provar seu tesão com a boca.

É nesse delírio que você faz as pazes com a lucidez, desejando a penetração. Você é meu universo, e eu sou a sua sensação de satisfação.
Afasto ainda mais sua calcinha, e te preencho com força, abafando seu grito de prazer enquanto você chupa meus dedos. Sou seu escravo, condenado a te dar prazer para todo o sempre enquanto dure aquele tempo. As marcas que deixei em seu corpo são nosso contrato, nossos tapas não doem mais.

Eu gozo logo depois de suas pernas vacilarem e o arrepio te furtar as forças. Cansamos, mas continuamos penetrados um no outro. É entre seus seios que solto o ar e repouso a cabeça. De olhos fechados cortejo essa paz de te possuir só pra mim.

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SOBRE O AUTOR

Todo amor nasce de uma necessidade, e foi por uma necessidade que surgiu o perfil no Instagram @meninajoguese.

O Poeta Selvagem Érico Renato Almeida é Auditor Fiscal da Receita do Estado do Paraná e escreve crônicas poéticas que desconstrói a forma de pensar sobre relacionamentos, além de vídeos para o Youtube e Lives semanais.

O perfil cresce a cada dia com mulheres que encontram seu valor e acrescentam cada vez mais loucura e autoestima em suas vidas.
Portanto, hoje eu tô selvagem e a selvageria já vai começar.

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