Odeio clichês, mas…

Sou do tipo de pessoa que odeia clichês, mas confesso que alguns ainda me surpreendem. Eu não tinha planos naquela noite, mas você tinha todos, e eles incluíam o seu tesão acumulado. Aparecer com aquele seu vestidinho de verão na minha porta, sem calcinha, definitivamente é um clichê que nunca vou me cansar.

Não precisamos de palavras, apenas sorrisos faceiros que revelam nossa intenção. Os dois passos que nos separam se tornam uma distância longa demais para conter nossos corpos. A vontade de meter nunca espera.

Avançamos um no outro procurando com as mãos maneiras de nos penetrarmos. Meu corpo precisa senti-la, e beijar não é suficiente. Eu mordo seus lábios como se quisesse guardar um pedaço para mim.

Arranco seu vestido no desespero de possuí-la. Ela gosta que eu enfie dois dedos enquanto a chupo. A outra mão brinca com seus seios beliscando os mamilos. Quisera eu possuir mais mãos agora, assim poderia oferecê-la um prazer completo. Sinto que ela deseja mais, e eu só quero sentir o pulsar de todo seu corpo.

Não existe muros, as máscaras usadas lá fora estão espalhadas pelo chão ao lado da vergonha que despimos com pressa e alívio. Levanto suas coxas em busca de caminhos que ainda não foram explorados: ela não me impede. Uso a língua para me guiar naquele labirinto sem saída desejando ficar preso naquele emaranhado de prazer.

A penetração é intensa, forte e rítmica. Cada movimento a deixa mais molhada, como um poço raso que precisa de um pouco de dedicação para que o prazer sorva em excessos. Um excesso com gosto doce e molhado.

Existe um vulcão nela prestes a explodir. Puxo seu cabelo, marco sua bunda com minhas digitais, mordo suas costas deixando meu rastro para lembrá-la no dia seguinte de que eu e ela somos um só. Vou explodir e momentos antes ela me puxa forte, abrindo ainda mais as pernas, me permitindo ir mais fundo. Ela me quer até a última gota. Assim nos entregamos juntos; Seu prazer é o meu prazer.
Ela pula da cama na ponta dos pés, a bunda empinada permite que eu veja o caminho que trilhei momento antes. Ela está radiante pois mesmo no escuro pude vê-la nua, e mesmo sem roupa alguma, a enxerguei finalmente vestida de mulher. E era linda!

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SOBRE O AUTOR

Todo amor nasce de uma necessidade, e foi por uma necessidade que surgiu o perfil no Instagram @meninajoguese.

O Poeta Selvagem Érico Renato Almeida é Auditor Fiscal da Receita do Estado do Paraná e escreve crônicas poéticas que desconstrói a forma de pensar sobre relacionamentos, além de vídeos para o Youtube e Lives semanais.

O perfil cresce a cada dia com mulheres que encontram seu valor e acrescentam cada vez mais loucura e autoestima em suas vidas.
Portanto, hoje eu tô selvagem e a selvageria já vai começar.

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