Para quem importe

Para quem importe esse texto que há muito venho me batendo para revelar. Estamos passando por um momento de transição e aperfeiçoamento como seres humanos. E como todos os maus momentos, precisamos aprender a escutar a nós mesmos e refletir sobre qual é o nosso papel nesse desígnio mundial. Cada geração possui uma tarefa e não precisamos nos incomodar aos extremos tentando ser melhores do que as anteriores ou tudo para as posteriores. Cada indivíduo em sua época possui seus próprios tormentos, mas independente de seus anos, todos nós temos uma responsabilidade coletiva agarrada à nossa condição em como sermos humanos.

Ser Humano carrega um verbo de existência. É o “ser” que nos capacita como animais viventes que vai além do existir. E é o outro, nosso próximo, que traz à superfície toda nossa capacidade de amar, de se apaixonar, de ser feliz, de ficarmos tristes, e da superação. Não são essas competências que torna a vida tão incrível para ser vivida?

O que eu tiro disso tudo é a confirmação de que todos os seres humanos estão conectados de alguma maneira, que a forma como você toca sua vida influencia em como a vida toca outro ser humano, e que não importa as distâncias, sempre estaremos precisando uns dos outros.

Como pode, né? Para um bem maior precisamos ficar distante de quem amamos, para sobrevivermos precisamos abraçar menos, beijar menos, tocar menos, e amar mais, muito mais!

Eu não me incomodo com aqueles que tentam tirar proveito dessa situação para seu próprio benefício, afinal o egoísmo é inerente do ser humano, principalmente daqueles que sofreram demais com o egoísmo de outros. Assim como o vírus, o mal se propaga por contágio de como somos tratados. Mas o que me incomoda de fato é com aqueles que podem fazer algo e nada fazem, que perderam oportunidades de serem melhores com o próximo mas se calam diante de sua própria pequenez. Para esses desejo que seus caminhos o levem longe, e os deixe isolados assim como os dias de hoje o são.

A responsabilidade de muitos profissionais que estão em meio a essa guerra o fazem curvar as costas, mesmo que não incorporem o deus grego Atlas, mas que carregam o mundo sob os ombros. A estes presto minhas melhores palavras, até mesmo as que não consigo pronunciar, apenas sentir. Gratidão.

A todos os outros desejo o meu bem-intencionado fiquem bem, paciência e reflexão. E que amanhã possamos dizer que mesmo distantes conseguimos superar essa juntos. Tudo passa e isso há de passar também.

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SOBRE O AUTOR

Todo amor nasce de uma necessidade, e foi por uma necessidade que surgiu o perfil no Instagram @meninajoguese.

O Poeta Selvagem Érico Renato Almeida é Auditor Fiscal da Receita do Estado do Paraná e escreve crônicas poéticas que desconstrói a forma de pensar sobre relacionamentos, além de vídeos para o Youtube e Lives semanais.

O perfil cresce a cada dia com mulheres que encontram seu valor e acrescentam cada vez mais loucura e autoestima em suas vidas.
Portanto, hoje eu tô selvagem e a selvageria já vai começar.

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